Federação se reuniu com representantes da Delegacia Especializada em Repressão de Crimes Rurais

O presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (FAES), Julio Rocha, recebeu, na última semana, o delegado Arthur Bogoni, que está à frente da Delegacia Especializada em Repressão de Crimes Rurais (DERCR), para uma conversa sobre a atuação do núcleo no Estado e de que forma o programa tem resultado em mais segurança para a população rural.

Em atividade desde o dia 1° de abril de 2022, a Delegacia tem o objetivo de planejar, coordenar e executar atividades de inteligência e operacionais que visem prevenir e reprimir os crimes contra o patrimônio relacionados à atividade rural ocorridos em áreas rurais. Diversos representantes da agricultura capixaba, entre eles a FAES, fizeram parte do planejamento das ações que resultaram na criação da DERCR.

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De acordo com Julio Rocha, o encontro teve objetivo de abordar a evolução desses circuitos inteligentes, do monitoramento dos crimes rurais, das rotas de fuga e do aperfeiçoamento e continuidade desse serviço.

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“Esse trabalho tem dado mais tranquilidade para os moradores da zona rural e achamos importante reforçar essa conversa, principalmente em um momento em que vemos a possibilidade da questão das invasões de terra se agravarem e vivemos uma insegurança jurídica que não se refere tão somente ao patrimônio físico desses produtores rurais, mas também em outras nuances que precisam da integração de todos esses órgãos”, afirma o presidente da Federação.

O delegado Arthur Bogoni afirma que o apoio às atividades das Delegacias Regionais e da Força Tarefa de Segurança Rural, em atuação desde antes da criação da Delegacia, tem sido positivamente efetivo, tendo em vista os resultados atingidos pela Força Tarefa. “Esta, dentre outras diversas ações, resultou em expressiva diminuição dos crimes patrimoniais relacionados à atividade rural desde o início do trabalho da Força Tarefa de Segurança Rural, composta por diversos órgãos, do qual a DERCR faz parte”, disse o delegado.

A FAES é uma das entidades que deu apoio na criação desse projeto, levando as demandas dos produtores rurais que, por muitas vezes, os representantes dos grandes centros desconhecem. “Sempre cobramos ações de segurança específicas para a população do campo. Muitos dos crimes que acontecem nessas áreas são cometidos por organizações criminosas e ter um delegado com uma equipe de policiais, em tempo integral, buscando e trocando informações com as delegacias do interior, ajuda a reduzir a impunidade e a criminalidades nessas regiões”, afirma Julio Rocha.

Fonte: FAES

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