Grupo busca parceria para ampliar exportação de madeira para a China

Uma delegação brasileira de empresários e representantes do setor madeireiro está construindo uma importante parceria com o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM). A intenção do acordo, cujo primeiro passo foi dado, é a de ampliar o comércio de produtos da base florestal entre Brasil e China e, ao mesmo tempo, aumentar a importação de maquinário do país oriental a preços competitivos.

O projeto é tocado pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), por meio do presidente Ednei Blasius, que comanda a delegação, formada também por associados ao Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF).

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Presidente do FNBF, Frank Rogieri destaca que um dos primeiros passos é a de reunir, em breve, empresários mato-grossenses e chineses. “Vai ser uma via de mão dupla. A gente pretende ampliar muito o comércio de madeira e também buscar produtos a custos mais competitivos, como Serra Fita, Fitilho, EPIs e máquinas em geral”.

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Ele explica que o IPIM é uma agência que busca fazer a ligação entre a China e os países de língua portuguesa para a realização de negócios. “Eles fazem a aproximação entre as partes. O Instituto tem uma base em Macau e neste lugar ficam expostos todos os tipos de produtos que podem ser exportados ou importados. Para nós, é um grande acordo, porque vamos trabalhar para ampliar nossa participação no volume de negócios realizado pela China”, disse.

Além da construção do acordo com o IPIM e de outras agendas, a delegação participou do Fórum Global sobre Madeira Legal e Sustentável (GLSTF). O encontro serviu para estreitar os laços com empresários e representantes de 37 países, que estiveram presentes no evento. Ednei Blasius ressalta que Mato Grosso tem hoje um modelo de produção sustentável que é referência para o mundo. “Quem adquire um produto florestal de Mato Grosso tem a garantia de estar contribuindo com as metas de sustentabilidade de seu país, com a regulação climática e a neutralização de carbono”, afirma.

Fonte: HF Comunicação

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