O agro está cada vez mais conectado, revela pesquisa

Foto: Freepik

A tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas. E no agro brasileiro não é diferente. Uma recente pesquisa revelou que o campo brasileiro está cada vez mais digital. Os dados são da Poli Digital, empresa goiana de automação de canais. A pesquisa revelou que o volume de mensagens trocadas por clientes do setor agro cresceu 291% em apenas dois anos.

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Entre maio de 2023 e maio de 2025, a média mensal de interações saltou de 7.755 para 27.848, um crescimento de 260% que mostra a força do aplicativo como ferramenta de negócios.

Os dados coincidem com um comportamento global. Um estudo da AgTech Garage, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), estima que o mercado de tecnologias voltadas ao agro no país já movimenta R$ 25 bilhões ao ano, com previsão de expansão acelerada até 2030.

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“A comunicação via WhatsApp é hoje um insumo estratégico para o agronegócio. Ele conecta produtores, clientes e fornecedores de forma instantânea, gera relacionamento e impulsiona vendas”, afirma Alberto Filho, CEO da Poli Digital. “Com a digitalização cada vez mais intensa do campo, tornou-se um canal essencial”, acrescenta.

De olho nessa realidade, a empresa desenvolveu ferramentas que turbinam o uso do WhatsApp no ambiente corporativo. Entre elas, está o recurso de resumo automático de conversas, capaz de condensar meses de histórico em poucas linhas, uma solução prática para equipes que compartilham o atendimento.

Outro destaque é o agendamento de mensagens, que substitui o tradicional “caderninho de recados” do produtor. Já o botão “corrigir/melhorar” ajusta desde erros de ortografia até o tom de voz da mensagem, permitindo que a comunicação seja mais formal, amigável ou persuasiva, conforme a necessidade.

O WhatsApp, presente em 99% dos celulares brasileiros, segundo a Statista, passou a ser o “balcão de vendas” de pequenas e médias empresas em praticamente todos os setores. No agronegócio, onde tempo significa safra perdida ou contrato fechado, cada segundo conta.

“No agro, o amanhã pode ser tarde demais. Respostas rápidas, formas de pagamento e até o tom de voz fazem diferença na hora de fechar um negócio”, resume Alberto.

Para Alberto Filho, a lógica é simples: “A troca instantânea de informações faz com que os empresários do agro tomem decisões mais rápidas e assertivas. Automação não é apenas tendência, é necessidade”, afirma.

Fonte: Engenharia de Comunicação

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