Panorama da economia brasileira e mundial foi tema de palestra na Favesu

Fechando a programação de apresentações da 6ª Feira da Avicultura e Suinocultura Capixaba (Favesu), o “Painel do Agronegócio – FAES, SENAR, SINDICATOS, AVES e ASES” apresentou mais uma edição da Palestra Magna, que teve o comando do palestrante e cofundador da plataforma AAA Inovação, Arthur Igreja.

Com realização Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves) e a Associação de Suinocultores do Espírito Santo (Ases), em conjunto com o sistema Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (FAES), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-ES) e os Sindicatos Rurais, o momento debateu sobre a temática: “Os impactos da crise mundial para o agronegócio. Desafios e oportunidades para a avicultura e suinocultura brasileira”.

Palestrante em mais de 150 eventos por ano como o TEDx no Brasil, Europa, Estados Unidos e América do Sul, Arthur retornou à Favesu para falar sobre como os setores avícola e suinícola devem seguir produzindo num mundo que ainda convive com uma pandemia e que apresenta um cenário político movimentado.

“Esses dois setores precisam entender quais fatores são externos e quais são de fato seus, o que eu quero dizer com isso:  a avicultura e suinocultura estão muito assustadas com os preços dos custos, com uma série de dificuldades de logísticas e principalmente com o impacto da inflação. É importante entender que muito disso está alheio a esses setores. Dito isso, é preciso ter resiliência, continuar trabalhando e esperar a tormenta passar. São dois setores que estão muito bem posicionados, com um aumento de produtividade e com muita tecnologia a serviço. Nesta palestra, eu quis trazer um pouco de calma no sentido de que se tem uma tempestade, mas ela irá passar”, pontuou Arthur. 

O palestrante também destacou as perspectivas que os produtores podem ter com relação ao mundo do agronegócio nos próximos meses. “As coisas estão retornando cada vez mais sustentáveis e firmes. Os próximos meses tendem a ser de uma equalização, até porque todos nós fomos pegos de surpresa num cenário em que quando a economia parecia que começava a ceder, nós temos uma situação de guerra que impacta diretamente os setores de cadeia produtiva. O que eu quero mostrar é que cada crise cria setores que são vencedores e outros que são mais atacados. E com todo esse cenário já passado, eu acredito que os próximos meses serão melhores”, enfatizou Arthur Igreja.

Fonte: Assessoria Favesu

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