Pecuaristas devem estar atentos ao arame dos pastos em períodos de chuva

Apesar de El Niño afetar o clima do Brasil, a previsão para a primavera é de chuvas intensas em diversas regiões. De acordo com a analista de mercado da Belgo Arames, Flávia Silva, esse momento requer cuidados com a pastagem para ter oferta de forragem aos bovinos. “Um dos manejos mais utilizados nesse período do ano é a rotação de pastagens, muito comum em propriedades de pecuária intensiva que investem nos tratos culturais da forrageira com o objetivo de maximizar a produção da área. Escolher uma forrageira adequada para a área, roçar antes do período das águas se iniciar, fazer calagem e adubação de acordo comas exigências nutricionais da planta, e fazer a manutenção das cercas é essencial para obter sucesso com a prática”, recomenda.

No pastejo rotacionado, o pecuarista divide com cercas – principalmente elétricas – a área total em várias partes menores, chamadas de “piquetes”, nas quais os bovinos se alternam entre uma área e outra. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), dentre as vantagens da rotação de pastagens estão a melhoria da nutrição dos bovinos, o maior controle das metas do manejo e o melhor aproveitamento da forragem produzida.

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Flávia acrescenta que nesses períodos de chuvas os pecuaristas devem respeitar as características fisiológicas das plantas para obter equilíbrio entre o solo, a planta e o animal.  “Neste sistema, temos o período de ocupação (PO) e o período de descanso (PD) do piquete. Durante o PD, o cercamento deve ser eficiente, impedindo a entrada dos animais. Assim, no PO, a oferta de forragem será alta. A rotação de pastagens possibilita aumento da pressão e da eficiência do pastejo o que eleva os ganhos por área, quando em comparação com sistemas contínuos”, explica.

“Para que a rotação funcione como o esperado, os pecuaristas precisam ter cercas de boa qualidade. É preciso ficar atento ao arame utilizado, pois o rompimento e a oxidação diminuem a eficiência das cercas e podem interromper a corrente elétrica – ou até mesmo possibilitar a fuga de animais”, comenta a analista.

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A Belgo Arames, referência no mercado brasileiro de arames, desenvolveu um tipo de arame para a fabricação de cercas elétricas. Ele tem camada pesada de zinco, tem alta durabilidade, reduzindo os custos de manutenção e implantação das cercas, além de ter boa condutibilidade é resistente a corrosões causadas pelas chuvas. “Esse arame foi pensado para o pecuarista que quer dar poucas manutenções na cerca. Sua maior vantagem é a galvanização pesada que atrasa a oxidação e permite uma boa condução da eletricidade”, finaliza Flávia Silva.

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