Biosseguridade de granjas ganha um reforço com ferramenta disponível aos avicultores capixabas

Foto: Aves

Avicultores capixabas passaram a contar com uma ferramenta que promete auxiliar na verificação das medidas de biosseguridade das granjas. Elaborado pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves), o “Questionário de Conferência de Biosseguridade na Avicultura Comercial” pode ser preenchido de forma prática.  

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“Estamos cientes do empenho que o setor tem demonstrado ao longo dos anos para reduzir os riscos sanitários nas granjas. Nosso papel como Associação é ajudar nesse processo. Para isso, estamos apresentando este questionário de biosseguridade, que servirá como uma ferramenta para apoiar os Associados na intensificação das medidas preventivas”, ressalta o diretor executivo da Aves, Nélio Hand.

O checklist, divulgado por meio do Memorando AVES 003/2025, é de fácil utilização, começando com instruções claras e contendo 79 perguntas afirmativas que vão permitir que os produtores revisem suas práticas e identifiquem oportunidades de aprimoramento. A Aves recomenda que o formulário seja preenchido no local, por um responsável, como o proprietário, o gerente ou um técnico, e que seja utilizado como um documento interno da granja.

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O acesso e o isolamento dos núcleos, os cuidados com os galpões, com a água e com a ração, além da questão dos resíduos, são alguns dos pontos abordados no questionário que poderão nortear o produtor na checagem das medidas preventivas.

“Esta é mais uma ação da Aves que visa reduzir ao máximo as chances de introdução de doenças em granjas comerciais, a exemplo da coordenação da consultoria voltada para a atualização do Plano de Contingência dos estabelecimentos avícolas do estado para Influenza Aviária e Doença de Newcastle, que vem acontecendo desde setembro de 2024”, ressalta o presidente do Conselho Deliberativo da Aves, Denilson Potratz.

Segundo a coordenadora técnica da entidade, Carolina Covre, o material foi construído tendo como base a Instrução Normativa nº 56/2007, do Ministério da Agricultura, além de recomendações e materiais orientativos quanto à biosseguridade. “Mesmo sendo uma ferramenta em consonância com as obrigações que os estabelecimentos possuem, especialmente quanto ao registro das granjas, o questionário que elaboramos não está relacionado a nenhuma fiscalização por parte do Serviço Veterinário Oficial, mas apenas para uso interno da granja”, disse Carolina.

A sugestão é de que os associados aproveitem a ferramenta para assegurar que suas práticas de biosseguridade estejam sempre no mais alto nível, garantindo a saúde e a segurança do setor.

Fonte: Aves

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