Doença que ameaça pomares de citros é identificada em novo estado brasileiro
Foto: FUNDECITRUS

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou os primeiros registros de greening (Huanglongbing – HLB) em plantas cítricas em uma nova região do país. A doença, considerada uma das mais severas da citricultura mundial, foi detectada em um pomar doméstico após monitoramento realizado por órgãos de defesa agropecuária.
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A identificação ocorreu durante ações de vigilância fitossanitária conduzidas pelo Ministério da Agricultura em parceria com autoridades estaduais. As atividades de monitoramento vêm sendo intensificadas nos últimos anos devido ao avanço da doença em áreas vizinhas e ao risco de disseminação para novas regiões produtoras.
A confirmação foi obtida por meio de análises laboratoriais da rede oficial do Ministério, após a identificação de plantas com sintomas compatíveis com o greening. Com o resultado positivo, equipes técnicas iniciaram ações de contenção e monitoramento em propriedades localizadas no entorno da área afetada.
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As medidas seguem as diretrizes do Programa Nacional de Controle e Prevenção do Greening e incluem inspeções em pomares, reforço da fiscalização do trânsito de mudas e acompanhamento das áreas consideradas de maior risco para a disseminação da doença.
Conforme previsto nos protocolos fitossanitários, as plantas contaminadas serão erradicadas e será realizado o controle do psilídeo (Diaphorina citri), inseto responsável pela transmissão da bactéria associada ao greening.
Embora não represente risco à saúde humana, a doença causa impactos significativos na produção de citros. Entre os principais prejuízos estão a deformação dos frutos, queda da produtividade, redução da qualidade e comprometimento da vida útil dos pomares.
Os órgãos de defesa agropecuária reforçam a importância da utilização de mudas certificadas e produzidas dentro dos padrões sanitários estabelecidos pelo Ministério da Agricultura. A adoção dessas medidas é considerada fundamental para reduzir os riscos de disseminação da doença e preservar a competitividade da citricultura brasileira.
Fonte: Mapa
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