Brasil tem mais de 4,7 mil marcas de cachaças e aguardentes

O Brasil tem 4.003 marcas de produtos classificados como cachaça e 701 de aguardente de cana registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os dados estão na publicação “A Cachaça no Brasil: Dados de Registro de Cachaças e Aguardentes” referente ao ano de 2019, que será lançada nesta terça-feira (21).

Estão registrados 1.086 produtores de aguardente e de cachaça, sendo que 165 produzem as duas bebidas; 192 produzem apenas aguardente e 729 produzem apenas cachaça. 

Para comercializar aguardente e cachaça no Brasil, é obrigatório o registro no Mapa tanto do estabelecimento produtor, estandardizador e engarrafador como dos produtos.

CACHAÇA – O estado de Minas Gerais ocupa a primeira posição na produção de cachaças, sendo que o número de produtores registrados é quase o triplo do segundo colocado, São Paulo. A Região Sudeste concentra 622 estabelecimentos registrados, sendo que Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro juntos concentram aproximadamente 70% dos produtores de cachaça registrados.

A proporção foi igual ao ano anterior, com a região Nordeste com 129 estabelecimentos, correspondendo a 14,4%, a região Sul com 101, equivalendo a 11,3%, a região Centro-Oeste com 33, (3,7%) e, por fim, a região Norte, com 9 produtores, com a menor parcela, de 1%. 

Em relação ao número de marcas de produtos de cachaças registrados, houve um aumento de 9,73% em relação ao ano de 2018.

AGUARDENTE – O número de estabelecimentos registrados aptos a produzirem aguardente teve uma redução de 41,57% em relação ao ano anterior. 

Os dez primeiros estados com mais estabelecimentos registrados para a produção de aguardente são Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Ceará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro e Bahia. 

Considerando o número de marcas de produto aguardente, (701) houve uma redução de 62,35% em relação ao ano anterior. 

“É dever do Mapa o registro e a fiscalização dos produtores de aguardente e cachaça. Apesar do tamanho do Brasil e a quantidade de estabelecimentos informais, cabe também aos comerciantes e aos consumidores contribuírem para que ocorra uma redução substancial na informalidade, não comercializando e não adquirindo produtos sem registro, que trazem risco à saúde, concorrem deslealmente e não geram empregos formais”, ressalta o Coordenador de Vinhos e Bebidas do Mapa, Carlos Muller.

Fonte: Mapa

Últimas notícias

Preço do leite ao produtor sobe, mas custos de produção reduzem margens

O preço do leite recebido pelo produtor manteve a tendência de alta no ...

Estimativa de safra de café é reduzida pela Conab e próxima colheita preocupa

Foto: Julio Huber O país deverá produzir aproximadamente 46,9 milhões de sacas de ...

Deflagrada nova edição da Operação Mata Atlântica em Pé

Teve início ontem (20), a Operação Mata Atlântica em Pé, iniciativa voltada ao ...

Cursos de tratorista e cultivo de cacau exclusivos para mulheres

Registro de ação do projeto “Mulheres do Cacau” com produtoras rurais As mulheres estão ...

Mapa destrói 58 mil garrafas de azeite de oliva fraudado

Foi a maior apreensão já realizada pelo Ministério da Agricultura no país desde ...