Catálogo reúne artesãos, produtores e comerciantes da Bacia do Rio Doce e possibilita compras de natal sem sair de casa

Ao todo, 35 comerciantes estão inseridos no catálogo Força Rio Doce, entre produtores, artesãos e pequenos comerciantes

Desenvolvido pela Fundação Renova, o catálogo Força Rio Doce reúne produtos de empreendedores de 24 localidades da Bacia do Rio Doce. Ao todo, 35 comerciantes estão inseridos no catálogo, entre produtores, artesãos, pequenos comerciantes e outros.

No catálogo, é possível encontrar  produtos como artesanatos, roupas, artigos religiosos, doces, objetos decorativos, acessórios, quitutes, alimentos orgânicos, cachaça, queijo e mel. O catálogo pode ser consultado aqui.

Fazem parte da iniciativa pequenos negócios de Aimorés, Barra Longa, Belo Horizonte, Bom Jesus do Galho, Conselheiro Pena, Coronel Fabriciano, Dionísio, Governador Valadares, Itueta, Mariana, Mariléia, Naque, Ouro Preto, Pedra Corrida, Periquito, Resplendor, Santa Cruz do Escalvado, Santana do Deserto, Sem Peixe e Tumiritinga, em Minas Gerais; e dos municípios capixabas de Baixo Guandu, Colatina, Linhares e Marilândia. 

Vendedora de roupas em Mariana (MG), Terezinha de Jesus Santos Gomes é dona da loja Atther, que integra o catálogo. Para ela, o projeto traz esperanças de melhora para seu comércio. 

“Eu sempre trabalhei, mas nunca tive um curso, um ensinamento. O pessoal da Renova me ensinou muita coisa, me incentivaram a criar o Instagram e a colocar a loja no Google, por exemplo. Desde junho o movimento está parado, mas agora com o Natal e com o catálogo pode ser que melhore”, diz. 

FORÇA RIO DOCE – O projeto, desenvolvido pela área de Economia e Inovação da Fundação Renova, integra a marca “Força Rio Doce”, lançada em 2019, para estimular a compra de produtos com moradores de municípios atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão. 

“A ideia é que os valores sejam negociados diretamente entre produtor e consumidor a depender da quantidade de produtos a ser adquirida e do prazo para entrega. Essa iniciativa permitirá fomentar o comércio local e gerar oportunidade de renda em meio à crise causada pela pandemia”, explica Leyse Cruz, analista de Economia e Inovação da Fundação Renova.

Vale ressaltar que a Fundação Renova não tem participação nas negociações ou logística de entrega, que ficam a cargo do produtor e comerciante.

Fonte: Fundação Renova

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