Produtores poderão adiar a entrega da comprovação de vacinação de febre aftosa

Entrega do comprovante poderá ser feita eletronicamente. A vacinação deve continuar sendo realizada nos períodos propostos

Por causa da pandemia do novo Coronavírus, a Secretaria de Defesa Agropecuária do  Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está repassando às Superintendências Federais de Agricultura nos estados e a todos serviços ligados à vigilância agropecuária novas orientações em relação às  etapas de vacinação contra a febre aftosa para o primeiro semestre de 2020. Os proprietários de animais devem manter as etapas de vacinação nos períodos propostos, entretanto não serão exigidas declarações de comprovação da vacinação que impliquem em comparecimento aos escritórios.

Em ofício, a Divisão de Febre Aftosa (Difa) do Ministério orienta que a comprovação da vacinação contra a doença  deverá ser realizada, preferencialmente, por meio não presencial (sistemas informatizados, correio eletrônico ou outras soluções à distância). Quando não houver alternativa ao alcance, a comunicação presencial poderá ser postergada para um prazo a ser pactuado entre todas as partes envolvidas com o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) no estado ou no Distrito Federal.

O Serviço Veterinário Oficial (SVO) de cada estado e as equipes gestoras estaduais do PNEFA irão estabelecer formas de comunicação com todos os interessados sobre a etapa de vacinação contra a febre aftosa (rádio, sindicatos, redes de televisão locais , via site institucional, entre outros) e auxiliar na vacinação de propriedades que tenham dificuldade de executá-la.

Confira o calendário de vacinação 2020

VENDA – Segundo o ofício, as entidades de  produtores e das revendedoras de vacina contra a febre aftosa deverão se organizar para que a vacina seja, preferencialmente, adquirida junto às revendas agropecuárias por telefone ou outro meio de comunicação à distância disponível. A entrega pela revenda, pelo sindicato rural ou outra forma de entrega, deverá ser feita  diretamente na propriedade rural que a comprou (distribuição por cooperativas, pelo caminhão de leite ou pela mesma logística de distribuição de insumos às propriedades).

Quando isso não for possível, a venda direta ao produtor deverá ensejar todas as medidas necessárias para a mitigação da transmissão do COVID-19, tanto por parte dos produtores rurais, quanto por parte das revendas de vacina.

Dúvidas e demais orientações poderão ser direcionadas ao email [email protected].

Fonte: Mapa

Últimas notícias

Edição 2020 da Corrida e Caminhada do Café será virtual

Atletas podem enviar registros de corridas em qualquer lugar para a organização do ...

Clima em setembro preocupa produtores de tomate estaqueado

O plantio do tomate estaqueado, ou tomate de mesa, já foi realizado nas ...

Egípcios exportam alho ao Brasil

Brasil abriu seu mercado de alho para o Egito no ano passado e ...

Biofortificação aumenta em 16 vezes o teor de zinco nas folhas de alface

Aplicação de fertilizante de baixo custo também pode fortalecer a renda do produtor  ...

Acerola é um dos alimentos mais ricos em vitamina C

Fruta pequena de cor vermelha e formato arredondado, a acerola tem um sabor ...