Reportagem da Revista Negócio Rural é a 2ª colocada em prêmio nacional de jornalismo

O Conselho Nacional do Café (CNC) realizou a cerimônia de entrega do Prêmio Café Brasil de Jornalismo aos vencedores, na última quinta-feira (16), durante evento de reinauguração do escritório de representação da entidade em São Paulo.

As reportagens inscritas no certame foram selecionadas pela coordenadora do Comitê de Comunicação do CNC. Entre as matérias enviadas, cinco foram classificadas para a fase final. Em segundo lugar ficou o jornalista Julio Huber, com a reportagem “Café com sabor da garra feminina”, veiculada em outubro de 2021 pelo portal da Revista Negócio Rural.

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“A gente vem acompanhando como as mulheres estão mais integradas na produção agrícola, não só de café e, no caso dessa matéria, mostrando como elas não estão só ajudando os maridos, mas comandando a produção nas propriedades e participando efetivamente das ações nas cooperativas. Tem muitos cafés produzidos por elas que são fantásticos. A gente teve a oportunidade de viajar por Minas Gerais e Espírito Santo, mostrar alguns desses exemplos e foi gratificante ver tantas coisas sendo feitas com a garra feminina”, contou o jornalista.

A mesma reportagem também conquistou, no último dia 19 de novembro, a segunda colocação na categoria Webjornalismo do Prêmio de Jornalismo Cooperativista, promovido pelo Sistema OCB/ES. Em 2019, Huber também conquistou a segunda colocação no Prêmio Café Brasil de Jornalismo, na época, na categoria “Impresso”. Esse ano, conteúdos jornalísticos de todas as plataformas concorreram em uma categoria única. A reportagem vencedora deste anos foi da jornalista Lívia Andrade, com a reportagem: “O café ABC de Minas Gerais”, publicada pela Revista Globo Rural.

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A coordenadora do Comitê de Comunicação, Deiviana Tavares, presidente da Comissão Julgadora, destacou a importância da imprensa para a cafeicultura. “Os premiados atenderam todos os critérios técnicos, mas mostraram um resultado, uma solução para os fatos. Por exemplo: falar da geada é uma coisa, mostrar o que está sendo feito para resolver o problema, é outra. Falar do trabalho feminino na cafeicultura é uma coisa, outra diferente é mostrar como a garra feminina faz a diferença de forma real. Falar de carbono neutro, todos falam, mostrar que a produção carbono negativo é realidade, é outra completamente diferente. Esse é o papel do jornalismo, ir além dos fatos básicos e lógicos. Todas as reportagens alcançaram esse desafio”.

Silas Brasileiro, presidente do CNC, destacou a qualidade dos trabalhos inscritos. “O nível das reportagens inscritas foi muito alto. O nosso Comitê de Comunicação teve muito trabalho para classificar apenas cinco matérias. Isso demonstra que a nossa imprensa, seja especializada ou não, tem contribuindo imensamente para o fomento de uma cafeicultura sólida e sustentável. Todos estão de parabéns”.

Fonte: CNC

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