Safra recorde de noz-pecã no Brasil deve movimentar exportações

Foto: Divinut / Divulgação

A produção brasileira de noz-pecã caminha para um dos momentos mais promissores de sua história. A safra de 2026 tem projeção de recorde nacional, com volume estimado entre 6,5 mil e 7,5 mil toneladas. O resultado é impulsionado por condições climáticas favoráveis no último inverno e pela maturação de novos pomares que começam a entrar em plena produção. O Rio Grande do Sul continua liderando o avanço da cultura no país e concentra a maior parte da produção nacional.

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Esse cenário de expansão reforça o interesse do setor na 26ª Expodireto Cotrijal, realizada de 9 a 13 de março, em Não-Me-Toque (RS), um dos principais encontros do agronegócio brasileiro. A feira se tornou vitrine para tecnologias, genética e estratégias de mercado voltadas ao fortalecimento da pecanicultura, atividade que vem ganhando espaço entre produtores que buscam diversificação e renda de longo prazo.

No meio desse movimento de crescimento, a Divinut apresenta ao público soluções que conectam genética, manejo e acesso ao mercado internacional. A proposta é mostrar que o sucesso da pecanicultura não depende apenas de produtividade, mas também de planejamento técnico e de uma cadeia estruturada capaz de transformar produção em valor agregado.

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Entre os destaques estão mudas com origem genética conhecida e rastreável, desenvolvidas para garantir maior uniformidade dos pomares e qualidade superior dos frutos. Esses fatores têm sido cada vez mais determinantes para atender padrões internacionais e ampliar a competitividade da pecã brasileira.

Durante a feira, especialistas também conduzem conversas técnicas sobre rentabilidade, planejamento de pomares e estratégias para consolidação da atividade como cultura perene. O objetivo é demonstrar que a noz-pecã pode representar uma alternativa sólida de investimento agrícola, capaz de gerar renda por décadas quando manejada com planejamento adequado.

Outro ponto central das discussões envolve o mercado externo. O crescimento da produção nacional abre novas oportunidades de exportação, especialmente diante da demanda internacional por produtos com certificação, rastreabilidade e segurança alimentar. Nesse contexto, iniciativas do setor têm ampliado a presença da pecã brasileira em mercados da América do Norte, África, Ásia e Europa, com perspectiva de expansão para outros continentes.

Com a combinação de safra recorde, avanço tecnológico e abertura de novos mercados, a cadeia da noz-pecã vive uma fase de consolidação no Brasil. O movimento reforça o potencial da cultura como uma das apostas mais consistentes de diversificação e geração de valor no agronegócio nos próximos anos.

Fonte: AgroUrbano

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